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16 de maio de 2025

Sessão com a cantora e escritora Luísa Sobral

 A Biblioteca Escolar da Escola Básica de Manteigas viveu um momento memorável no dia 16/05/2025, ao receber a visita da reconhecida escritora Luísa Sobral. A iniciativa, inserida no âmbito do Festival Literário promovido pela Câmara Municipal, proporcionou um encontro inspirador entre a autora e os jovens leitores.

Com a sua habitual simplicidade e carisma, Luísa Sobral não só contou histórias cativantes, como também estabeleceu um diálogo aberto e fluído com os alunos. A escritora, conhecida também pelo seu talento musical, revelou-se uma comunicadora nata, capturando a atenção de todos com a sua voz e a forma como abordou o universo da escrita e da leitura. A presença de Luísa Sobral na Biblioteca Escolar de Manteigas não só motivou os alunos para o mundo dos livros, mas também lhes permitiu vislumbrar o processo criativo e a paixão que se esconde em cada história/livro.

A Câmara Municipal de Manteigas e a Escola Básica de Manteigas congratulam-se com o sucesso desta atividade, que reforça o papel fundamental da biblioteca escolar como um centro dinamizador de cultura e conhecimento na comunidade. O entusiasmo visível nos olhos dos alunos é a maior prova de que iniciativas como esta são cruciais para formar leitores críticos e apaixonados pelo saber.




2 de abril de 2025

Semana da Leitura: Leituras musicadas

A Semana da Leitura ganhou um brilho especial com a presença de membros da comunidade educativa na EB e Secundária de Manteigas. Num evento que uniu o prazer da leitura aos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões, os alunos tiveram o privilégio de assistir a momentos culturalmente enriquecedores. Assim, os dias 1 e 2 de abril ficaram marcados pela melodia envolvente da viola, que criou a atmosfera perfeita para a declamação/leitura da poesia camoniana. Esta foi uma oportunidade única para os alunos desfrutarem da poesia de Camões de forma mais próxima e memorável. A equipa da BE agradece aos envolvidos.
Camões de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas
Serena de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas

10 de abril de 2024

25 de abril

Cravo - Dia da Liberdade de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas

8 de abril de 2024

Abril - 25 poemas de liberdade

 

25 de abril 1 de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas
Gray Anzac Day Instagram Post de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas
abril - Poemas de liberdade 3 de BE Agrupamento de Escolas de Manteigas

24 de junho de 2020

Poemas Visuais





Mais uma vez os alunos de 5.º e 6.º anos surpreenderam pela positiva ao desafio lançado pela professora Fátima Silva. 
Os alunos fizeram diversos poemas visuais alusivos a um de três temas propostos: AMIZADE, AMBIENTE ou DESPORTO. 
Parabéns aos envolvidos pela criatividade!

14 de novembro de 2019

Ainda Sofia ...



Poema AS ONDAS  com interpretação original da aluna Ema, 5.º ano.

8 de novembro de 2019

Centenário de Sophia de Melllo Breyner Andresen


HÁ MUITO


Há muito que deixei aquela praia
De grandes areias e grande vagas
Mas sou eu ainda quem na brisa respira
E é por mim que espera cintilando a maré vasa.

(Dual, 1972)



23 de março de 2018

Acontece de 19 a 23 março ...


Imagens de diferentes apontamentos poéticos que já aconteceram nesta semana.

3 de maio de 2013

Concurso do Dia da Mãe

imagem daqui
imagem daqui
     
     No próximo dia 5 de maio, comemora-se o Dia da Mãe. A Biblioteca Escolar resolveu lançar o concurso de poesia "PresenteArte" que iniciou a 29 de abril e se prolonga até ao próximo dia 9 de maio. O concurso destina-se a todos os alunos do Agrupamento de escolas de Manteigas, desde a educação pré-escolar ao 3.º ciclo do ensino básico. O objetivo deste concurso é presentear todas as mães com poesias alusivas ao dia, desenvolver o gosto pela poesia e ilustração, e acima de tudo, trazer ao de cima a imaginação que mora em todos nós. Num misto de sentimentos e letras, pretendemos prolongar o Dia da Mãe ao longo do mês de maio. Participem!

25 de fevereiro de 2013

Dia Internacional da Língua Materna

     No passado dia 21 de fevereiro, a BE comemorou o Dia Internacional da Língua Materna com a atividade "No baloiço da inspiração".
     Juntando o Dia Mundial da Poesia (21 de março) que este ano ocorre na segunda interrupção letiva, com o Dia Internacional da Língua Materna, alunos, professores e assistentes operacionais abraçaram a atividade, tendo lido e recitado poesia no baloiço da inspiração, ao longo dos intervalos das atividades letivas. Todos os que se sentavam no baloiço ficavam inspirados, e como por magia, recitavam poemas em língua materna, nomeadamente de Fernando Pessoa e Sophia Andresen, e também em inglês, alusivamente ao dia da poesia.
     Ao longo do dia, os utentes da BE puderam também  ver e ouvir o vídeo com dez poemas de Forbela Espanca, recitados por Eunice Munõz em http://www.youtube.com/watch?v=AzqZJVlTt7o.
     Os nossos agradecimentos bibliotecários a todos os que participaram na atividade.
     Continuem a ler e recitar poesia! 



21 de março de 2011

Dia Mundial da Poesia

Porque hoje é o Dia Mundial da Poesia, aproveitamos para divulgar um texto, muito a propósito, de Elsa Ligeiro, editora de poesia.

A 21 de Março celebra-se o Dia Mundial da Poesia. A UNESCO, em 1999, para preservar a diversidade Linguística da Humanidade, decidiu criar um Dia que servisse para reflectir a identidade dos povos a partir da sua Língua.
Portugal já o faz há algumas décadas porque o dia da sua identidade multicultural, 10 de Junho, é também o do maior poeta de Língua Portuguesa: Luís Vaz de Camões. Por Portugal ser um país de Poetas? Sim, penso que este lugar-comum tem mais profundidade do que aparenta. Mas não pela versão popular que há em cada português um lírico.
A Poesia, ao contrário do que pensam muitos, não é um jeito especial para a rima. Há grandes poetas que não só rejeitam a rima, como insistem em fugir à sua música. Apenas porque o que procuram acima de qualquer toque de prazer, ou beleza, é a verdade sublime das coisas.
A procura da verdade, do saber, é o primado da poesia. Mas também ir ao fundo, mais fundo, da identidade humana e social. O que é ser humano. Qual o nosso limite para nos conhecermos e nos relacionarmos com os outros. Porque amamos e odiamos. Porque somos altruístas e vingativos. Porque nos transcendemos na paixão e nos suicidamos no desespero. Porque toleramos ditadores e fazemos revoluções. Sei que todas as ciências sociais têm uma, ou duas, destas preocupações humanas para resolver. A Poesia e a Filosofia têm-nas no seu conjunto. Mas enquanto a Filosofia procura o ontológico para pensar o mundo, a poesia ousa fazê-lo a partir de dentro (há quem goste do coração como metáfora). De dentro, e do mais profundo poço da razão, do amor e do ódio que é possível ao que é humano.
É por isso (e só por isso) que a poesia exige esforço e empenhamento de todos os sentidos. A quem a escreve e a quem a lê. Eduardo Lourenço lembra-nos que:
“a Poesia – quer dizer a longa trama dos poemas onde a humanidade a si mesma se construiu, a única Arca de Noé que sobrevive a todos os dilúvios – não é a nossa maneira de nos evadirmos do que somos, mas de nos apercebermos de quem verdadeiramente somos. É uma barca de palavras, mas tem o poder de transfigurar o que é opaco e não humano naquela realidade que tem um sol no meio e chamamos vida, a nossa vida, a nossa única vida”.
Se hoje, ao olharmos para um livro de poesia, fino, pequeno, reduzido ao essencial, este não tem a força de nos interpelar, é porque o poder nos vigia e ameaça. Com o peso das palavras que transformam a linguagem e a comunicação num palavreado demagógico com que esse poder insiste em confirmar a sua (pouca) importância. Não será este o momento certo para perguntar se não nos condenaram já à pena capital do medo? Como a seu tempo nos avisou, com a sua habitual lucidez, o poeta Alexandre O’Neill, no seu Poema pouco original do medo.
Elsa  Ligeiro